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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Coletivo Caimbé no XIII Concurso Sesi de Poesia

O Serviço Social da Indústria de Roraima realizou na quinta-feira 29 de agosto a segunda fase da XIII edição do Concurso Sesi de Poesia (Conpoesi), o mais tradicional do Estado. 16 poesias classificadas foram interpretadas no Malocão do Sesi.

Edgar Borges representou o Coletivo Arteliteratura Caimbé como jurado da modalidade interpretação. Esta foi a segunda ocasião em que atuou como jurado do Conpoesi. A primeira foi em 1997, na primeira edição do concurso.

O grande vencedor da noite foi o poeta Rodrigo Mebs, na categoria Comunidade. O poeta ganhou cinco dos seis troféus de sua categoria, sendo dois na modalidade escrita e três na interpretação.


Rodrigo Mebs

Confira o resultado do Conpoesi 2011:

Modalidade escrita - categoria industriário


1º lugar – “Confecção do amor”- Margarita Caplan Schvartz - VIVO
2º lugar – “Retrospectiva” - Jonas Gondim Martins – Correios
3º lugar – “Vida de garimpeiro” de Jonas Gondim Martins - Correios

Modalidade escrita - categoria comunidade

1º lugar – “O caminho’ - Ciro Campos
2º lugar – “Desterro” - Rodrigo Mebs de Santana
3º lugar – “A saída” - Rodrigo Mebs de Santana

Modalidade Interpretação – categoria industriário

1º lugar – “Um ser” – Autoria de Danúbia dos Santos/ Interpretada por Fábio Gonçalves – Eletrobrás Distribuição
2º lugar – “Festa de casamento” – Autoria de Jaider Esbel/ Interpretada por Cecília Monteles – Eletrobrás Eletronorte
3º lugar – “Gotas D’Água” – Autoria e interpretação: Margarida Caplan – VIVO

Modalidade Interpretação – categoria comunidade


1º lugar – “Desterro” – Autoria e interpretação: Rodrigo Mebs
2º lugar – “A saída” – Autoria de Rodrigo Mebs/ Interpretada por Alessandra Almeida Denz
3º lugar – “Jardinagem” – Autoria de Rodrigo Mebs/ Interpretada por Adília Ribeiro

terça-feira, 6 de julho de 2010

Conheça os vencedores do Conpoesi 2010

A XI edição do Conpoesi (Concurso de Poesia do Sesi) conheceu seus ganhadores na noite do último sábado (3). As modalidades Escrita e Interpretação foram divididas em duas categorias: comunidade e industriário. Os vencedores receberam troféus e plata para celebrar a noite.

O grande vencedor foi Hudson Viana, que levou o primeiro lugar nas modalidades Escrita e Interpretação e ainda viu outra poesia sua ficar em terceiro com o intérprete Jonas Gondim.

Confira os vencedores por categoria:

INDUSTRIÁRIOS

modalidade Escrita

1º lugar - Hudson Viana, da Eletrobras Distribuidora, com a poesia Sou.
2º lugar - Alexandre Pereira Nogueira, da empresa Correios, com a poesia Fantasia.
3º lugar - Jaider da Silva, da empresa Eletrobrás/Eletronorte, com a poesia Cabocagem.


Modalidade Interpretação

1º lugar - Hudson Viana, interpretando a poesia Sou, de sua autoria.
2º lugar - Jaider da Silva, interpretando a sua poesia Cabocagem.
3º lugar - Jonas Gondim Martins, da empresa Correios, interpretando a poesia Maravilhosa Betânia, de Hudson Viana.

COMUNIDADE

Modalidade Escrita

1º lugar - Pra ninguém ficar sozinho, de Ciro Campos.
2º lugar - Folhas, de Zanny Adairalba.
3º lugar - Exibicionismo, de Cora Coralina.



Vencedores da categoria Escrita


Modalidade Interpretação

1º lugar - Cecília Monteles de Oliveira, que interpretou a poesia Folhas, de Zanny Adairalba.
2º lugar - Cora Coralina, com a poesia Exibicionismo.
3º lugar - Ciro Campos, com a poesia Pra ninguém ficar sozinho.


Cecília Monteles (E) com o seu checão


LEIA A POESIA FOLHAS, DE ZANNY ADAIRALBA


Eram leves
Como as pétalas de rosas
Sutilmente flutuando sobre o rio
Como folhas
Que se perdem pelas águas
Como impávido teor de calafrio

Eram claras
Como as faces de outras virgens
Que se entregam
Aos caminhos dos amantes
Como rosas
Soltas num vento tão frio
Eram passos
Sobre o trilho dos errantes

Nas canções
Que soam dias tão tristonhos
Bebe a palidez da face hoje descrente
Misturadas no temor de anjos risonhos
Devoradas por mortais de olhar temente

Quando as águas
Vão passando em devaneio
As palavras vestem seus velhos tormentos
As lembranças viram cinzas de saudade
As idades,
Folhas soltas de outros tempos.